Substack não é mais só newsletter. A plataforma ganhou feed social, perfis e inbox, e passou a funcionar como um Threads pra audiências sofisticadas. Tem gente séria dizendo que o Substack em 2026 é o que o TikTok foi em 2020: a plataforma que ninguém do mercado leva a sério até ficar caro entrar.
A diferença está no público: mais velho (25 a 40), mais educado e, o detalhe que muda tudo, disposto a pagar por conteúdo. Não é audiência de massa, é audiência de influência. As pessoas que assinam newsletters são as que pautam as conversas que os outros consomem depois.
o funil de influência está ganhando um andar de cima. Enquanto todo orçamento de marca disputa o mesmo FYP, a formação de opinião está migrando pra ambientes fechados, mais lentos e com relação direta entre criador e leitor. Quem constrói presença ali agora compra relevância na fase em que ela ainda está barata.
três caminhos. Patrocinar newsletters brasileiras do seu território, que hoje custam uma fração de um post de macro influenciador e entregam uma audiência que confia no remetente. Levar uma voz da marca pra plataforma, um head ou especialista escrevendo de verdade, sem release requentado. E monitorar quais creators do seu squad já têm Substack: a ativação combinada FYP mais inbox é um formato que quase ninguém está fazendo no Brasil.
Toda plataforma tem sua janela de first-mover. A do Substack está aberta, e o barulho do TikTok está pagando o silêncio dela.
Gostou da leitura? O Radar chega no seu e-mail antes de virar briefing. E se a sua marca quer transformar tendência em estratégia, a gente desenha o caminho.
Assinar o Radar Falar com a Publi